Essa criança provavelmente teve um ritmo espontâneo na qual seu inconciênte tomou conta da situação, aquele momento se tornou prazeroso para ela, segundo Freud o ID(inconciênte) demonstra o prazer.
É um fato, que o ambiente externo coloca muitas limitações para as crianças , e isso faz com que elas oprimam sentimentos, a realidade substitui o princípio de prazer.
A criança utiliza do inconciênte, onde acaba sendo vista a espontaniedade para expressar o que está oprimido.
FREUD, SIGMUND. Obras Psicológicas completas versão 2.0.
Segundo Freud o id constitui o pólo pulsional da personalidade. Os seus conteúdos, expressão psíquica ds pulsões, são inconscientes, por um lado hereditários e inatos e, por outro, recalcados adquiridos.
Aos poucos, a partir de 1915, ao preço de lenta maturação fundamentada na experiência clínica, Freud chegou a conclusão de que grandes partes do ego e do superego eram inconscientes. Daí em diante tornou-se impossível afirmar a existência de uma identidade entre o ego e o consciente de um ladoe o racalcado e inconsciente do outro. Assim foi preciso revisar por completo a concepção das relações consciente-incosciente. Com isso a introdução do termo id para designar o inconsciente considerado um reservatório pulsional desorganizado.
Freud descreveu o ego como uma parte do id, que por influência do mundo exterior foi diferenciado. No id reina o princípio do prazer. Ora o ser humano é um animal social e, se quiser viver com seus congêneres, não pode se instalar nessa espécie de nirvana, que é o princípio de prazer, onto de menor tensão assim como lhe é possível deixar que as pulsões se exprimam em estado puro.
É um fato, o mundo exterior impõe à crianças pequenas proibições que provocam o recalcamento e a transformação das pulsões, na busca de uma satisfação substitutiva que irá provocar o eu, por sua vez um sentimento de desprazer. O princípio de realidade substitui o princípio de prazer. O eu se apresenta como uma espécie de tampão entre os conflitos e clivagens do aparelho psíquico, ao mesmo tempo que tenta desempenhar o papel de uma espécie pára-excitação, em face das agressões do mundo exterior.
Freud vê na consciência moral, na auto-observação, na formação de ideais, funções do superego.

FREUD, SIGMUND Obras Psicológicas Completas versão 2.0

As brincadeiras com músicas e movimentos são mais prazerosas e motivantes elas ajudam no desenvolvimento da criança e do adolescente (Brasil 1997)
Segundo Tibeau (2001) alguen professores tem certo preconceito em dar aulas com música na qual as crianças demonstrariam emoções e criatividade no movimento e isso não ocorre devido as aulas de educação física serem tão tranparentes, em quadras na maioria das vezes que podem ser vistas facilmente por outras pessoas o que poderia causar alguns contrangimentos aos alunos, ou seja alguns professores não conhecem o resultado de determinadas atividades.
A música e o movimento provém do ritmo. A criança interage por meios cinestésicos e sensibilidade sensorial.
Falta de ritmo?
Algumas pessoas tem dificuldade em seguir o ritmo da música, antes de dizer que a mesma não tem ritmo é preciso observar se a pessoa tem:

Problemas de audição:
Apresenta dificuldade em discriminar e ouvir acentos ritmicos.

Problemas de ordem perceptiva:
Quando pé solicitado a pessoa a acompanhar um ritmo externo ou simplesmente marcar o pulso ou compasso, está sempre um tempo adiantada ou atrasada.
Problemas de concentração crônica:
Tem dificuldade em reter informações e produzi-las o que poderia estar atrelado a um problema de memorização e de atenção.

Bloqueios afetivos:
Insegurança gerada por inibição, vergonha de se expor.
Bloqueios físicos:
Elevado tônus muscular ou deficiências que possam ompedir a livre movimentação de partes do corpo ou do corpo todo.

Problemas de aprendizagem:
Gerados por ansiedade e estabilidade.
O ritmo a música, a dança, o folclore colocam em jogo percepções espaçotemporais, memorizações gestuais, improvisação e criações expressivas ilimitadas, além do fator de socialização que lhe és inerente.
A instrumentação indispensável do corpo é proporcionada pelo ritmo e pela música, abrindo caminhos para um aumento das conexões nervosas entre o cérebro e o corpo (Fonseca, 1996).

Revista brasileira de Educação Física, Esporte, Lazer e Dança, v.1, n.2, p. 53-62, jun. 2006
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Educação Física. Brasília: MEC/SEF, 1997.
FONSECA,V. Estudio y génesis de la psicomotricidad. Barcelona: INDE, 1996.
TIBEAU, C. Criatividade e criatividade motora: Indicadores, característicase importância da formação do profissional da Educação Física. 2001. Tese de Doutorado - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.



Esse é um período de grande imprtância para o desenvolvimento motor (0 à 6-7 anos), social e culturalda criança, pois a criança nessa idade cria uma base que irá acompanha-lá pelo resto da vida, portanto o desenvolvimento nesse período depende de oportunidades oferecida, onde a criança vai construindo sua imagem como ser humano, com isso é imprencidivel valorizar e criar estímulos para seu desenvolvimento, desde os seus primeiros meses de idade (Neis, 2010).

Segundo Gallahue (2003)o desenvolvimento motor é uma contínua alteração do comportamento ao longo da vida, porém pode ter alterações dependendo da tarefa, biologia e das condições do ambiente.

A desnutrição durante o período crítico que é logo após o nascimento pode resultar em danos cerebrais, os mecanismos cerebrais necessários para a percepção de profundidade não se desenvolverão (Papalia, 2006).

Para Neis (2010) as crianças tem vontade de descobrir, explorar, conhecer e vivenciar o novo, e seu corpo está diretamente relacionado a essas vivencias, onde é capaz de expressar sentimentos, emoções, experimentando sempre novas maneiras de se expressar e descobrindo como ele se relaciona com o mundo a sua volta.


PAPALIA Diane E. Desenvolvimento Humano. 8ª Edição, Porto Alegre, Artemed, 2006

GALLAHUE, D.L., OZMUN, J.C. Compreendendo o Desenvolvimento Motor: Bebês, crianças e Adultos. São Paulo: Phorte Editora, 2001.