O objetivo desse estudo foi investigar a inflência da música preferida e não preferidanos nos estados de ânimo e no desemvolvimento do exercício realizado em intensidades vigorosas. Quatro mulheres e seis homens universitários fisicamente ativos participaram, eles escolheram dez músicas preferidas e dez não preferidas para a prática de exercício no cicloergômetro. Em seguida foi realizado três protocolos de testes no cicloergômetro (música preferida, música não preferida e sem música) em intensidades alta, média e baixa. Para a avaliação dos estados de ânimo foi utilizado a Lista de Estado de Ânimorreduzidae Ilustrada (LEA-RI), que foi aplicado no início e no final do teste. Essa lista é composta por sete adjetivos positivos (feliz, atimo, calmo, leve, agradável, cheio de energia e espiritual) e sete adjetivos negativos (tímido, triste, pesado, desagradável, agitado, com medo e inútil). Após o teste foi verificado que o exercício realizado em intensidades vigorosas com a presença da música preferida apresenta mais adjetivos positivos, comparando com as mesmas atividades sem música e música não preferida. A frequência cardíaca, a concentração de lactato sanguíneo, a percepção subjetiva de esforço e o desenvolvimento não apresentam diferença entre os protocolos. Portanto, a audição de música preferida e não preferida não influênciam o desempenho em exercícios vigorosos, porém a música preferida pode melhorar os estados de ânimo positivos.

NAKAMURA, P. M. & Silvia D. Influência da música preferida e não preferida no estado de ânimo e no desempenho de exercícios realizados na intensidade vigorosa. Departamento de Educação física, Univensidade Estadual Paulista - Rio Claro, 2008.

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