Hereditariedade:
Pode-se ser muito importante para o desenvolvimento, sendo que cad célula do corpo possue 46 cromossomos, sendo 23 do pai e 23 da mãe, trazendo para a criança as suas características ou no caso informações genéticas, se a mãe, pai ou ambos forem obesos a criança pode vir a ser obesa também.
Pré Natal:
A obesidade pode passar da mãe para o bebê na gestação, mulheres que durante a gravidez pesam acima de 80Kg ou têm o pindice de massa corporal elevada podem gerer bebês que tem essa complicação.
Um bebê nascido de pais obesos podem herdar uma tendência a produzir um maior número de células de gordura, mas o mesmo efeito pode ser produzido por excesso de alimentação na infância, a idéia de que bebê gordo é saudável pode estar totalmente errada, pois esse bebê obeso pode estar desenvolvendo mais células de gordura, que poderá levar pelo resto da vida.
Ambiente externo
Família, amigos, escola, esses fatores geram grande influência na criança como o consumo exagerado de alimentos ricos em carboidratos (batata frita, lanches, biscoitos...) que em excesso é transformado em tecido adposo.
Essas crianças obesas na maioria das vezes têm um equilíbrio energético positivo, ou seja o consumo de energia é maior que o gasto energético.
A prática de assistir televisão é um importante comportamento sedentário, onde as crianças trocam as atividades físicas para ficar na frente da TV.
O exercício físico é de grande importância pois promove boa forma, porém as atividades que são oferecidas nas escolas na maioria das vezes são jogos competitivos e em grupo onde os que se destacam são os mais atléticos, essas atividades são abandonadas mais facilmente ao término da escola, um bom programa de educação física para todas as crianças deveriam enfatizar o domínio de habilidades com base em metas realistas e não ganhar ou perder.
As crianças obesas acabam sofrendo discriminação e algumas vezes são chamadas de preguiçosas e sem força de vontade para emagrecer.
PAPALIA Diane E. Desenvolvimento Humano. 8º Edição, Porto Alegre, Artemed, 2006.

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